A obesidade vai muito além da estética — ela é uma doença que pode impactar diretamente a sua saúde e aumentar o risco de câncer. Mas você sabe como o excesso de peso está relacionado ao surgimento de tumores no sistema digestivo?
Neste artigo, você vai entender como a obesidade interfere no desenvolvimento de cânceres no esôfago, estômago e outros órgãos, e por que o controle do peso é uma estratégia importante de prevenção.
A obesidade, hoje, é um dos grandes flagelos da humanidade. Trata-se de uma doença e não deve ser encarada como uma condição normal.
Ela provoca uma inflamação contínua no corpo, o que pode levar ao aparecimento de diversos tipos de câncer.
Com o aumento do peso, a pressão abdominal também se eleva. Isso faz com que o suco gástrico seja empurrado para as porções superiores do estômago e para as porções inferiores do esôfago, causando uma agressão contínua nessas regiões.
Essa agressão pelo suco gástrico, associada à inflamação provocada pela própria obesidade, contribui para o aumento da incidência de câncer.
Dentre os tipos de câncer relacionados ao sobrepeso, destacam-se os que acometem o estômago – especialmente suas porções superiores – e as porções inferiores do esôfago.
Há um aumento importante da incidência de câncer na região da cárdia, que corresponde à transição entre o esôfago e o estômago.
Além do estômago e do esôfago, outros órgãos do tubo digestivo também podem ser afetados pela obesidade, como o fígado, o pâncreas e o intestino.
Portanto, a obesidade deve ser tratada. Ao cuidar dessa condição, também é possível atuar na prevenção do câncer.
A obesidade causa inflamação contínua no organismo e aumenta a agressão do suco gástrico ao esôfago e estômago, favorecendo o desenvolvimento de tumores.
Os mais associados são os cânceres do esôfago, especialmente na porção inferior, e do estômago, principalmente na região da cárdia.
O excesso de peso aumenta a pressão abdominal, facilitando o retorno do conteúdo gástrico para o esôfago, o que causa agressão contínua à mucosa.
Sim. Fígado, pâncreas e intestino também podem ser impactados, aumentando o risco de câncer nessas regiões.
Sim. Tratar a obesidade é uma estratégia importante para reduzir a inflamação do organismo e diminuir o risco de desenvolvimento de câncer.
