O câncer de esôfago pode se apresentar em diferentes formas, sendo o carcinoma escamoso e o adenocarcinoma os tipos mais frequentes. Conhecer suas características e fatores de risco é importante para compreender como essas doenças se desenvolvem.
Embora seja tratado como uma única doença, o câncer de esôfago pode apresentar diferentes tipos, cada um com características próprias. A localização do tumor, os fatores de risco e o comportamento da doença variam conforme o tipo de câncer. Neste artigo, você entenderá as principais diferenças entre o carcinoma escamoso e o adenocarcinoma do esôfago.
O esôfago é o órgão que liga a faringe ao estômago e pode desenvolver diferentes tipos de câncer.
Os dois principais são:
Apesar de ocorrerem no mesmo órgão, eles apresentam características e fatores de risco distintos.
O carcinoma escamoso corresponde à maioria dos casos de câncer de esôfago.
Esse tipo de tumor está associado principalmente a:
Ele costuma surgir nas porções média e superior do esôfago.
Esse tipo de câncer apresenta disseminação mais rápida pelas camadas da submucosa, possui prognóstico mais reservado e costuma responder melhor à radioterapia.
O adenocarcinoma costuma se desenvolver na porção inferior do esôfago.
Os principais fatores relacionados ao seu surgimento são:
O contato repetido do refluxo com a parte inferior do esôfago pode provocar irritação persistente e favorecer o aparecimento de uma condição conhecida como esôfago de Barrett.
O esôfago de Barrett é uma alteração em que surgem glândulas anormais na porção distal do esôfago.
Essa condição favorece o desenvolvimento do adenocarcinoma e, por isso, merece acompanhamento adequado.
Os principais tipos são o carcinoma escamoso e o adenocarcinoma.
O carcinoma escamoso representa cerca de 70% a 80% dos casos de câncer de esôfago, de acordo com o especialista.
Relaciona esse tipo de câncer ao consumo de bebidas muito quentes, álcool e cigarro.
Sim. O adenocarcinoma está associado ao refluxo gastroesofágico crônico e ao sobrepeso.
É uma condição em que surgem glândulas anormais na parte inferior do esôfago, favorecendo o desenvolvimento do adenocarcinoma.


